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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Carta de um suicida

Esta carta foi psicografada, o autor é um jovem chamado Arthur que morreu de overdose no Rio de Janeiro ha alguns meses, leiam com atenção:

"Paulo,


Te mando esta carta de um lugar que não conhecia. Cheguei aqui há algum tempo atrás, sem mesmo saber por que (Cara! Que doideira! Dancei geral).

Toda minha vida, você sabe, fomos de bar em bar, de festa em festa, fumando, bebendo, cheirando e tomando todas – era beleza pura!

Me lembro que fazia ouvidos moucos para advertências paternas, que davam conta de que a farra acabaria mal. Lembra? A gente nem se ligava naquilo!

Logo eu, garotão esperto, sarado, das praias da zona sul do Rio de Janeiro, entrar numa furada? “Pára com isso!” – era o que eu respondia...

Vivi a juventude extravagantemente, usando de meu corpo tal como mina, para conseguir mais dinheiro para as bebidas e o tóxico.

Mas era a onda, o barato!

Aos trinta, conheci a decaída, a doença, a perda dos "amigos", só você ficou comigo (mas ... Fala sério! ... foi só porque você estava tão doidão quanto eu). Mesmo assim, seguia, tossindo, tropeçando e sangrando, a zombar da morte... até que dancei!

Hoje, depois de ter passado a pior fase, me encontro em melhor estado. E nesse momento, em que a lucidez fica comigo mais que breves momentos, pela mão deste amigo que te escreve, dito estas palavras desalinhadas.

Cheguei aqui, sem dar cobro de mim, após ter morrido, passei vários anos ainda agarrado ao corpo malhado de praiano do Rio de Janeiro, curtido pelo sal e bronzeado pelo sol de Ipanema e Leblon (Copa era muito caída pra mim, você sabe).

Quando consegui acordar, me lembro que gritava e xingava aqueles que tão gentilmente tratavam de mim. Comecei a relembrar os tempos em que a tumba se fez minha morada; nela me contorcia ao ver meu corpo musculoso apodrecer, servindo de pasto aos vermes. Recordo que me assustei.

Mas, fora dele, procurava o convívio insano dos colegas de vida fácil, os locais de folguedos e firulas novamente. Acercava-me daqueles que antes se diziam amigos e que agora a mim dirigiam pesadas palavras. Diziam uns: - Foi bobeira, dançou de otário! Outros falavam: - Foi bem feito, o cara abusou ...

Mas eu, simplesmente, sorvia deles seus eflúvios etílicos intoxicados pelos barbitúricos e saciava minha dependência. A festa continuava!

E de volta à cova, um dia, alguns benfeitores me resgataram a força da carne putrefata, do corpo arrasado. Foi muito tempo de preces, trabalho e cuidados desses a quem hoje tanto devo.

Já me sinto melhor, os amigos deste que agora escreve, oram e procuram o mais que podem me ajudar, abnegados trabalhadores do bem!

Paulo, não conheci, ainda, esse tal de Jesus, mas tenho certeza de que ele existe, pois todos aqui recebem de pessoas ligadas a Ele recomendações para tratamentos mais eficazes a serem ministrados em mim.

Rapaz, pouco a pouco venho me recobrando, mas ainda sofro muito pelo mal que causei a meus pais, que, enfraquecidos pela idade, não mais podiam me segurar com suas palavras.

Na vida, fiz o que achei melhor, optei pelos sentimentos e emoções mais densos, mais pesados, mas tão embriagantes.

Hoje, quando li na plaqueta da maca meu nome, acompanhado da inscrição suicida, me desesperei e chorei muito.

Eu que dizia amar a vida,provoquei e alimentei minha morte.

Se liga malandro,a bola da vez é você!

Um beijo deste teu brother,

Arthur."


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Grávida

Bom essa é a estória de Juliana, ela era uma menina rica que tinha muitos sonhos mas por várias vezes era cortada por sua mãe, que era muito religiosa e não permitia que a filha fizesse muita coisa fora dos padrões da igreja. Juliana cresceu sendo oprimida pela mãe, sempre fazia as coisas escondida, como ir pra festas, colocar um piercing, ou mesmo namorar. Quando completou 16 anos, Juliana mentiu para a mãe dizendo que ia dormir na casa de uma amiga e que ia passar o dia estudando. Durante a noite ela e a amiga foram para uma festa, e la ela conheceu um garoto com quem começou a namorar. Depois de uns 3 meses de namoro, Juliana, que era virgem ainda, não sabia como dizer ao namorado que ainda não estava pronta para perder a virgindade. Ele como a maioria dos garotos sempre insistia muito em transar, mas ela ainda não se sentia preparada para fazer isso. Depois de muito enrolar, Rogério, que era o namorado dela, a levou para uma festa e la deu muita bebida pra ela, a deixando sem controle. Depois disso a estuprou em plena pista de dança. Bêbada e completamente estuprada voltou para a casa chorando. Ao ver o estado da filha a mãe, que era muito religiosa, deu uma surra nela, e a deixou de castigo durante muito tempo. Juliana terminou tudo com Rogério, porém meses depois descobriu que estava grávida dele. Ela contou para a mãe, que a botou pra fora de casa. Grávida e sem teto, Juliana procurou Rogério que era o pai do feto que ela carregava. Porém o garoto bateu com a porta na cara dela. Juliana desesperada procurou uma amiga, que abrigou-lhe e a ajudou. Juliana então decidiu fazer um aborto em uma clínica clandestina. Durante o procedimento, a mulher que estava fazendo o aborto perfurou o útero dela causando uma hemorragia interna muito forte. O que fez Juliana morrer em menos de 15 minutos.






Moral : Sempre siga o que seus pais lhe ensinam

domingo, 4 de julho de 2010

Atenção

Hoje eu fiz uma parceria com meu amigo Pedro Falcão! portanto agora terão estórias minhas e dele! a partir de amanhã! Leão e Falcão blog! Kiss

Josh's life

Bom, essa é a história de Josh, um garoto rico que morava em uma grande cidade, em uma bela casa. Porém era infeliz, pois ainda não havia encontrado amigos verdadeiros que realmente gostassem dele e não apenas das festas e dos presentes que ele dava. Desde criança Josh era diferente, não se socializava, era fechado, não gostava de brincar, logo que começou a usar o computador era apenas jogar e ir para a escola, sempre foi muito inteligente, guardava as informações muito rapidamente, por isso era chamado de nerd e cdf pelos colegas. Ao completar 14 anos e entrar para o ensino médio começou a dar festas e ficar popular na escola, porém era apenas uma fechada, uma capa, para o que ele realmente era. Nesse período fez vários "amigos" e começou a ir em festas e baladas pela cidade. Transformou-se completamente, era rebelde e violento em casa, porém quando estava sozinho chorava e se auto-mutilava, era uma forma pra aliviar a tristeza de sua melancolia adolescente. Alguns anos depois Josh terminou o ensino médio e entrou para a faculdade de arquitetura, um antigo sonho, e la conheceu Lucas, que mais tarde se tornaria seu melhor amigo, o único que entendia a depressão de Josh, apesar de não aceita-la, Lucas era como um psicólogo para Josh, e eles se tornaram muito amigos. Um dia depois de terem saído da aula, os dois foram até um bar para tomar umas cervejas e conversar. Na volta Josh dirigia seu carro em alta velocidade, Lucas pediu pra ele ir mais devagar mas ele não conseguiu, estava em crise, a depressão somada ao álcool estava fazendo com que ele não controlasse o próprio corpo. De repente Josh passou o sinal vermelho e bateu em cheio em uma carreta. O carro ficou em pedaços e os dois morreram.




Moral: se for dirigir, não beba!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Black Party - Final part

A resposta não demorou muito a chegar, depois de ser jogada no porta malas do carro Luiza teve certeza de seria assassinada ou estuprada por aquele garoto. Não demorou muito para ela desmaiar por completo, afinal não sentia mas nem um movimento, apenas o carro que não parava em lugar nem um, e aparentemente ia em altíssima velocidade. Ao acordar estava com muita dor na cabeça, o corpo doía, e ela se viu amarrada em uma cadeira, completamente coberta com uma roupa meio sintética preta, não estava entendo muito bem aquilo, mas sabia que tinha se metido em uma grande roubada, e que , provavelmente, não sairia ilesa daquilo.Depois de olhar o ambiente onde estava, percebeu que era uma grande sala, com as paredes negras e com muitas garrafas de bebida, será que era um lugar pra festas? Pensou. Logo depois ouviu um barulho, era o garoto, estava apenas de sunga, um pouco molhado, e disse: "este é o meu paraíso particular, você vai me divertir esta noite, e provavelmente não se lembrara de nada amanhã". O pavor que Luiza sentia aumento consideravelmente, ela estava estática não conseguia falar nada, como não lembraria, será que ali seria seu leito de morte? Esperou mais um pouco, viu que ele olhava para ela e de repente sentiu uma grande dor em seu braço, outro rapaz havia entrado la e ela não percebera, ele estava injetando algo nela que fazia com que ela sentisse muita dor, e uma moleza profunda, drogas? Tranqüilizantes? Seja la o que aquilo era, a mantinha acordada, mas seu corpo não respondia mas a seus comandos. De repente, mais pessoas foram entrando no recinto, estavam todas com trajes de banho, será que aquilo era uma casa de banhos? todos se posicionaram ao redor de Luiza, que estava lagrimando agora. Todos tinham uma espécie de livro e falavam uma língua estranha que não se entendia muita coisa, eram todos muito bonitos, inclusive as mulheres. Muito depois de começarem o ritual, todos se abaixaram e apenas um ficou em pé, ele caminhou em direção a Luiza e disse " jovem menina, espero que você sinta-se confortável em seus novos aposentos, pois você jamais sairá desta sala, apenas sua alma a pertence, mas seu corpo agora é nosso" falando isso retirou uma leve adaga de uma caixa que estava em baixo da cadeira onde Luiza estava. E com apenas um movimento, degolou-a. Luiza sentia o sangue escorrer por sua garganta, mas não entendia o porquê de aquilo esta acontecendo, ela misteriosamente não morria. Então o lindo garoto que estava na festa com ela disse: " isso faz parte de um ritual feito por nossa religião, espero que me desculpe queridinha, mas não poderei fazer mas nada por você!" e dizendo isso, pegou a mesma adaga e deu - le outra facada, e todos os presentes fizeram isso também. No dia seguinte os pais de Luiza estavam muito preocupados com o desaparecimento da filha, mas um telefonema os chocou, a voz dizia: “para encontrar a sua filha, vão até a estrada norte e procurem uma mala". Os pais meio receosos fizeram o que o homem dizia, e foram atrás da tal mala. Ao encontrarem, abriram e viram o corpo da filha todo ensangüentado e perfurado, com mais de 50 facadas.



Moral: Em uma festa, jamais aceite nada de ninguém!