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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Black Party - Final part

A resposta não demorou muito a chegar, depois de ser jogada no porta malas do carro Luiza teve certeza de seria assassinada ou estuprada por aquele garoto. Não demorou muito para ela desmaiar por completo, afinal não sentia mas nem um movimento, apenas o carro que não parava em lugar nem um, e aparentemente ia em altíssima velocidade. Ao acordar estava com muita dor na cabeça, o corpo doía, e ela se viu amarrada em uma cadeira, completamente coberta com uma roupa meio sintética preta, não estava entendo muito bem aquilo, mas sabia que tinha se metido em uma grande roubada, e que , provavelmente, não sairia ilesa daquilo.Depois de olhar o ambiente onde estava, percebeu que era uma grande sala, com as paredes negras e com muitas garrafas de bebida, será que era um lugar pra festas? Pensou. Logo depois ouviu um barulho, era o garoto, estava apenas de sunga, um pouco molhado, e disse: "este é o meu paraíso particular, você vai me divertir esta noite, e provavelmente não se lembrara de nada amanhã". O pavor que Luiza sentia aumento consideravelmente, ela estava estática não conseguia falar nada, como não lembraria, será que ali seria seu leito de morte? Esperou mais um pouco, viu que ele olhava para ela e de repente sentiu uma grande dor em seu braço, outro rapaz havia entrado la e ela não percebera, ele estava injetando algo nela que fazia com que ela sentisse muita dor, e uma moleza profunda, drogas? Tranqüilizantes? Seja la o que aquilo era, a mantinha acordada, mas seu corpo não respondia mas a seus comandos. De repente, mais pessoas foram entrando no recinto, estavam todas com trajes de banho, será que aquilo era uma casa de banhos? todos se posicionaram ao redor de Luiza, que estava lagrimando agora. Todos tinham uma espécie de livro e falavam uma língua estranha que não se entendia muita coisa, eram todos muito bonitos, inclusive as mulheres. Muito depois de começarem o ritual, todos se abaixaram e apenas um ficou em pé, ele caminhou em direção a Luiza e disse " jovem menina, espero que você sinta-se confortável em seus novos aposentos, pois você jamais sairá desta sala, apenas sua alma a pertence, mas seu corpo agora é nosso" falando isso retirou uma leve adaga de uma caixa que estava em baixo da cadeira onde Luiza estava. E com apenas um movimento, degolou-a. Luiza sentia o sangue escorrer por sua garganta, mas não entendia o porquê de aquilo esta acontecendo, ela misteriosamente não morria. Então o lindo garoto que estava na festa com ela disse: " isso faz parte de um ritual feito por nossa religião, espero que me desculpe queridinha, mas não poderei fazer mas nada por você!" e dizendo isso, pegou a mesma adaga e deu - le outra facada, e todos os presentes fizeram isso também. No dia seguinte os pais de Luiza estavam muito preocupados com o desaparecimento da filha, mas um telefonema os chocou, a voz dizia: “para encontrar a sua filha, vão até a estrada norte e procurem uma mala". Os pais meio receosos fizeram o que o homem dizia, e foram atrás da tal mala. Ao encontrarem, abriram e viram o corpo da filha todo ensangüentado e perfurado, com mais de 50 facadas.



Moral: Em uma festa, jamais aceite nada de ninguém!

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